Nossa Abordagem para este fator adverso

FATOR ADVERSO: Atividades operacionais e de desenvolvimento não estruturadas sob a forma de PROGRAMAS/PROJETOS, contando cada uma com um LÍDER DE PROJETO e com uma EQUIPE MULTIDISCIPLINAR DE PARTICIPANTES, de modo a estabelecer uma “horizontalização da organização”, possibilitando com isso a utilização dos poderosos recursos de um Sistema de Gestão de Projetos, que troque informações com um Sistema Integrado de Gestão (ERP).

Já abordamos este aspecto quando expusemos as abordagens que adotamos para o equacionamento de outros fatores adversos.

A sua importância porém nos parece ser tão relevante, que voltamos a destacar que uma ORGANIZAÇÃO POR FUNÇÕES, que predomina ainda na grande maioria das empresas e instituições no Brasil, NÃO estabelece condições favoráveis para que as atividades de desenvolvimento e até mesmo as atividades operacionais, sejam organizadas sob a forma de PROGRAMAS, desdobrados em PROJETOS DE DESENVOLVIMENTO, ou em MACROATIVIDADES, estas últimas para abrigar as atividades operacionais, o que “horizontalizaria” a sua organização.

Quando issoo ocorre, existe uma enorme sub-utilização do potencial de energia humana existente na equipe de Colaboradores da empresa ou instituição, impedindo inclusive o afloramento de “empreendedores internos”.

No sentido de evitar que este desperdício de talentos ocorra em sua organização, recomendamos que passe a utilizar uma ESTRUTURA ANALÍTICA DE PROGRAMAS, tal como ilustrado, ao lado, onde cada OBJETIVO deveria estar relacionado com o equacionamento de cada uma das QUESTÕES ESTRATÉGICAS-CHAVE que estejam presentes no contexto de atuação da empresa ou instituição.

QUESTÕES ESTRATÉGICAS-CHAVE

Os benefícios da utilização desta abordagem são numerosos e muito importantes, tais como:

  • mobilização de EQUIPES MULTIDISCIPLINARES para a busca do equacionamento de cada QUESTÃO ESTRATÉGICA-CHAVE, que são inerentemente multidisciplinares, na medida em que o mundo é cada vez mais multidisciplinar;
  • utilização das poderosas funcionalidades de um SISTEMA INTEGRADO DE GESTÃO DE PROJETOS para programar e acompanhar o desempenho que esteja sendo obtido na execução de cada PROJETO DE DESENVOLVIMENTO ou de MACROATIVIDADE OPERACIONAL;
  • disponibilização de uma AGENDA INDIVIDUAL DE COMPROMISSOS referente a CADA COLABORADOR, que é gerada automaticamente pelo sistema acima referido, em função de sua alocação em DIFERENTES PROJETOS ou MACROATIVIDADES – recurso esse literalmente impossível de ser obtido pelas formas convencionais de administração, que acobertam grandes desperdícios de tempo e baixas produtividades;
  • estabelecimento de condições ideais para ao afloramento de “EMPREENDEDORES INTERNOS”, pois cada LÍDER DE PROJETO OU DE MACROATIVIDADE estará gerindo de modo abrangente: a definição dos OBJETIVOS a serem alcançados, a EQUIPE MULTIDISCIPLINAR com que poderá contar, a PROGRAMAÇÃO DAS REALIZAÇÕES FÍSICAS a serem obtidas, bem como os RECURSOS FINANCEIROS de que disporá para que essas possam ser alcançadas;
  • possibilidade de integração do SISTEMA INTEGRADO DE GESTÃO DE PROJETOS com o ERP que tenha sido implantado na empresa ou instituição, com isso possibilitando alimentar um PAINEL INFORMATIZADO DE CONTROLE, como parte integrante de uma SALA DE SITUAÇÃO.

  • existência de total clareza em relação ao que esteja sendo realizado pela empresa ou instituição como um todo, tanto sob a ótica de sua MISSÃO E VISÃO DE NEGÓCIO, como sob a ótica de seu PLANO DE NEGÓCIOS, tendo a consecução de suas METAS como ponto de encontro e com foco no CLIENTE, tal como ilustrado no diagrama apresentado ao lado:
Politica e objetivos da empresa

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