Nossa Abordagem para este fator adverso

FATOR ADVERSO: DIRETORIAS FINANCEIRAS atuando mais como se fossem apenas TESOURARIAS, cuidando de uma carga pesada de recebimentos e pagamentos, tendo que frequentemente recorrer a empréstimos emergenciais de curto prazo e sem tempo para poder desenvolver uma visão financeira estratégica.

No decorrer de interações que mantivemos com um número expressivo de empresas e de instituições, temos observado que a atuação de seus Diretores Financeiros é usualmente muito pressionada pela necessidade imperiosa da realização de repetidas operações financeiras de curto prazo, visando manter a liquidez das operações correntes.

Essa situação, a qual se adiciona uma pesada carga de gerenciamento das contas a receber e a pagar, faz com que as suas atuações se assemelhem mais a de um Diretor de Tesouraria, praticamente impossibilitando que possam desenvolver uma abordagem estratégica para o gerenciamento financeiro da empresa ou instituição.

Tal situação constitui uma decorrência direta da INCIPIÊNCIA NO PLANEJAMENTO EMPRESARIAL, o que produz “sustos” na programação financeira de curto prazo, prendendo os Diretores Financeiros em um autêntico “círculo vicioso”.

Constituem evidências da NÃO DISPONIBILIDADE DE UMA VISÃO ESTRATÉGICA NA GESTÃO FINANCEIRA EM UMA EMPRESA OU INSTITUIÇÃO:

  • não disponibilidade de um cálculo continuamente atualizado do CUSTO MÉDIO PONDERADO DE CAPITAL (WACC) do conjunto de todas as fontes de recursos colocados à disposição de sua Administração;
  • não disponibilidade de um FLUXO DE CAIXA DE LONGO PRAZO (pelo menos com 5 anos de horizonte), que seja continuamente atualizado;
  • não disponibilidade de um MODELO ECONÔMICO-FINANCEIRO INFORMATIZADO, capaz de possibilitar a realização de projeções a partir das hipóteses referentes a diferentes CENÁRIOS;
  • não explicitação da compatibilidade de ORIGENS E APLICAÇÕES DE RECURSOS referente a cada PROJETO DE INVESTIMENTO, dentre outros aspectos.

Para o equacionamento deste muito importante fator adverso, preconizamos: um substancial aprimoramento do PROCESSO DE PLANEJAMENTO EMPRESARIAL, do qual deverá ser originado uma PROJEÇÃO DE FLUXO DE CAIXA DE LONGO PRAZO, o que facilitará a programação financeira de curto prazo, reduzindo a pressão de dia-a-dia das Áreas Financeiras, além de possibilitar o cálculo de seus parâmetros de economicidade (TAXA INTERNA DE RETORNO, VALOR PRESENTE LÍQUIDO, etc);

diagrama 1 - fator10

Além disso promovemos o desenvolvimento de uma BASE DE DADOS INFORMATIZADA, destinada a cadastrar os parâmetros de todas as fontes de recursos financeiros que são colocados à administração da empresa ou instituição, de modo a possibilitar o cálculo informatizado de seu correspondente CUSTO MÉDIO PONDERADO DE CAPITAL (WACC).

Também podemos realizar o desenvolvimento de um MODELO ECONÔMICO-FINANCEIRO DO NEGÓCIO, capaz de possibilitar a realização de projeções a partir das hipóteses referentes a diferentes CENÁRIOS;

diagrama 2 - fator10

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