Nossa Abordagem para esse fator adverso

FATOR ADVERSO: Incipiência na atuação do CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO (quando existir), em estabelecer um adequado diálogo estruturado e instrumentalizado com a respectiva DIRETORIA EXECUTIVA, ou dificuldades enfrentadas na QUESTÃO SUCESSÓRIA.

Um CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO e uma DIRETORIA EXECUTIVA constituem os dois fóruns de maior importância para a definição de rumos de uma empresa ou instituição.

Para que sua atuação seja eficaz e eficiente, precisam trabalhar de modo sinérgico e complementar no exercício das 4 DIMENSÕES FUNDAMENTAIS DA GOVERNANÇA CORPORATIVA, ou seja:

  • FORMULAÇÃO DE DIRETRIZES ESTRATÉGICAS – dimensão que cada vez mais deve pautar a atuação do Conselho;
  • ACOMPANHAMENTO DE RESULTADOS – dimensão tradicional da atuação dos Conselhos, que deve ser realizada de modo altamente eficiente, através da utilização de PAINÉIS DE CONTROLE (DASHBOARDS), dotados de um conjunto abrangente e estruturado de INDICADORES DE DESEMPENHO;
  • GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS-CHAVE – dimensão que é normalmente incipiente na grande maioria dos Conselhos e para a qual possuímos abordagem e instrumental muito eficazes;
  • GESTÃO DE RISCOS EMPRESARIAIS – possivelmente a dimensão que é pior coberta pelos Conselhos, para a qual também dispomos de abordagem e instrumental muito eficazes.

Para que um CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO possa exercer a sua mais importante dimensão de atuação, ou seja: FORMULAÇÃO DE DIRETRIZES ESTRATÉGICAS, desenvolvemos um MODELO ECONÔMICO-FINANCEIRO INFORMATIZADO DO NEGÓCIO DA EMPRESA, tal como ilustrado ao lado:

Modelo informatizado do negócio da empresa

Para que um CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO possa estabelecer um DIÁLOGO ESRUTURADO com a respectiva DIRETORIA EXECUTIVA, recomendamos a adoção de uma sequência de interações tal como o ilustrado no diagrama apresentado ao lado, utilizando o PROCESSO DE PLANEJAMENTO CORPORATIVO como seu eixo central. 

Deste modo, um CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO consegue exercer legitimamente a sua atribuição de FORMULAÇÃO DE DIRETRIZES ESTRATÉGICAS, utilizando para tal finalidade como principal instrumento o MODELO ECONÔMICO-FINANCEIRO DO NEGÓCIO, conforme mencionado anteriormente, para simular diferentes CENÁRIOS (definidos a partir de conjuntos alternativos de PREMISSAS), e utilizar a alternativa considerada como a mais provável para basear a formulação preliminar de DIRETRIZES ESTRATÉGICAS.

Essas DIRETRIZES, passando por um processo de debates e validações sucessivas, envolvendo tanto a DIRETORIA EXECUTIVA, como o CORPO GERENCIAL possibilita tanto ampliar a sua plausibilidade, como envolver efetivamente os Colaboradores-Chave em sua formulação final, sendo esta a melhor garantia de que serão efetivamente implementadas, através de sua tradução em um elenco articulado de PLANOS (PLANO DE NEGCIOS e conjunto de PLANOS ESPECIALIZADOS dele decorrentes.   

Diretrizes estratégicas para conselhos de administração

Assessoramos nossos Clientes na realização desse DIÁLOGO ESTRUTURADO até que o mesmo seja incorporado à CULTURA DA ORGANIZAÇÃO.

Ocorre, no entanto, que para que isso possa acontecer adequadamente, os participantes desses dois fóruns precisam possuir uma base comum de conhecimentos conceituais e instrumentais, o que raramente ocorre.

Por tal razão temos observado com muita frequência que a comunicação entre CONSELHOS DE ADMINISTRAÇÃO e DIRETORIAS EXECUTIVAS costuma ser muito incipiente, pois os seus participantes como que transmitem em “frequências diferentes”.

Para solucionar essa questão, de importância fundamental, dispomos de um CURSO AVANÇADO PARA O APRIMORAMENTO DE CEOS E DE CONSELHEIROS DE ADMINISTRAÇÃO, que recomendamos ser realizado “in house”, de modo a assegurar a necessária confidencialidade e a homogeneidade de peculiaridades a serem consideradas.

Esse curso é constituído de 10 MÓDULOS, que, em seu conjunto, propiciam uma visão abrangente e concatenada dos conhecimentos e instrumentos que devem ter o seu conhecimento compartilhado por Conselheiros e Executivos, tal como abaixo relacionados:

MÓDULO 1: SOBRE O SISTEMA DE GOVERNANÇA CORPORATIVA E SOBRE CONSELHOS DE ADMINISTRAÇÃO X CONSELHOS CONSULTIVOS

MÓDULO 2: SOBRE CONSELHEIROS DE ADMINISTRAÇÃO

MÓDULO 3: SOBRE O CICLO DE VIDA DE UMA EMPRESA E SEUS REFLEXOS SOBRE A GOVERNANÇA CORPORATIVA

MÓDULO 4: SOBRE PROCESSOS SUCESSÓRIOS E SEUS REFLEXOS SOBRE A GOVERNANÇA CORPORATIVA

MÓDULO 5: SOBRE UM MODELO DE GESTÃO COM VOCAÇÃO PARA LEVAR UMA EMPRESA À SUA PLENITUDE

MÓDULO 6: SOBRE O PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO COMO O PRINCIPAL ELO DE LIGAÇÃO ENTRE UM CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO E UMA DIRETORIA EXECUTIVA

MÓDULO 7: SOBRE O FLUXO DE FUNDOS QUE PERMEIA UMA ORGANIZAÇÃO, SOBRE A COMPOSIÇÃO ÓTIMA DE CAPITAL E SOBRE A GESTÃO DE RISCOS EMPRESARIAIS

MÓDULO 8: SOBRE O ALINHAMENTO DE ESTRATÉGIAS EMPRESARIAIS COM AS DE GESTÃO DE PESSOAS

MÓDULO 9: SOBRE O MONITORAMENTO DE RESULTADOS

MÓDULO 10: SOBRE AS EXPECTATIVAS RECÍPROCAS ENTRE UM CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO E UM PRINCIPAL EXECUTIVO E SOBRE UM FIO CONDUTOR PARA EXERCER GOVERNANÇA CORPORATIVA NA PRÁTICA

Maiores detalhes sobre o conteúdo de cada desses MÓDULOS pode ser obtido acessando a aba "CURSOS" localizada em outra parte deste site.

 

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